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Como diferenciar


Fraturas complicadas com grande perda óssea, ou fratura múltiplas, encontram no implante ósseo uma forma de estabilizar estas fraturas de forma fácil e rápida. Com custos muito pequenos e um tempo operátório também diminuído, se comparado com o uso de placas metálicas.


Enxerto ósseo

Usa-se a costela como enxerto autólogo (do próprio indivíduo) quando precisamos de osso cortical e osso esponjoso.

A função do osso cortical é dar imobilidade à fratura com consequente uso do membro, além de promover osteocondução.

Já o osso esponjoso (a costela contempla os dois) ativa a formação de osso. Utiliza-se esse recurso nos casos de não união de fraturas.



Implante Ósseo

Estes ossos estão conservados em glicerina pa e servem para tratar fraturas que necessitem de implante ósseo. Ou seja, naquelas fraturas onde houve perda ósseo significativa.

Lembrando que estes ossos não formam o calo ósseo , mas conduzem a ossificação.

Indicado em fraturas recentes ,ou fraturas antigas ou fraturas não unidas, mas precisando então enxerto de osso esponjoso, nestes dois últimos casos.


Fratura Contaminada Tíbio-tarsal

O método de Fixador Esquelético Externo está indicado neste tipo de fratura porque além de imobilizar as partes fraturadas propicia um tratamento da contaminação, evitando a osteomielite.

 


Fixador Esquelético Externo

Fraturas de rádio e ulna em cães de porte pequeno como Poodle, Pinscher , Fox Yorqueshire e outras tem grande potencial de evoluirem para não-união, por vários motivos.

E este método é adequado para este tipo de fratura, além de ser simples e de pouco custo.

     


Fraturas de rádio e ulna

As fraturas de rádio e ulna em cães de raças pequenas é de prognóstico no mínimo reservado, sendo a consolidação retardada e a não união frequentemente observadas. Neste caso que cursou com não união, utilizou-se sangue retirado da medula óssea da asa do íleo para promover a ossificação. Foram 3 aplicações.
   

Fratura múltipla de diáfise em tíbia e fíbula

Um caso de fratura múltipla de diáfise em tíbia e fíbula com lacerações de pele e grande edema, foi tratado com fixador esquelético externo percutâneo, reduzindo a fratura por simples tração, com o animal em decúbito dorsal. Foi suficiente para alinhar as extremidades ósseas e estabilizá-las.

     


Todas as fotografias são de autoria da Clínica Veterinária Dr. Abílio Gomes da Silva.
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